Mocamania
Chácara Nossa Senhora Aparecida
Origem São Gonçalo do Sapucaí, MG
Produtor Willer de Carvalho Arantes
Variedade Icatu
Processo de produção Natural
Perfil de torra Média
Sabor Notas de melado, doce de laranja, frutas cristalizadas e noz moscada
Acidez Cítrica
Finalização Longa e muito doce

Conheça o produtor por trás desse café

Sobre a Fazenda

O pai de Willer foi pioneiro na família no mundo dos cafés especiais, enquanto Willer é relativamente novo no assunto. Em 2017, ele se mudou para a fazenda em busca de uma vida mais tranquila em um lugar sossegado para o seu filho, e é desde este ano que Willer tem vivido o café todos os dias.

Em 2021, com a infeliz perda de seu pai para o COVID-19, o produtor precisou tomar a frente do negócio e colocar em prática toda a experiência que herdou da família, resultando em cafés muito bem pontuados com notas características da região da Mantiqueira de Minas. Ele trabalha para sempre fazer o melhor, vive e aprecia o terroir, o clima e a altitude da região, que somam na qualidade do café.

A história da Chácara Nossa Senhora Aparecida é antiga. O avô de Willer era funcionário da fazenda e o pai de Willer e seus irmãos cresceram ali mesmo, no campo mais alto da propriedade. Foi só depois do avô ter se aposentado que o pai de Willer e seu tio conseguiram comprar o terreno em que haviam passado toda a infância. A missão que Willer carrega consigo hoje é seguir em frente, levar a história para onde conseguir, chegar cada vez mais longe levando todos eles juntos, mostrando o café de São Gonçalo para o mundo inteiro e deixando claro que o lugar é propício para o café especial.

Outro ponto importante é a união dos produtores da região. A parceria entre eles faz muita diferença - as visitas, a troca de experiências e dicas e o aprendizado um com o outro formam uma grande rede de apoio. A sustentabilidade, inclusive, é tendência entre o grupo: todos os produtores tendem a usar e aproveitar isso. Além das áreas verdes que são sempre preservadas, a água da fazenda, por exemplo, sai das diversas minas espalhadas pela região. Não obstante, Willer faz o possível para aproveitar o máximo do café - até a palha é utilizada na queima, ao invés da lenha.

A chácara tem algumas visitas incomuns: quatis, siriemas e lobos-guarás aparecem frequentemente por lá. Isso significa que a fauna e a flora estão em harmonia, mesmo com a intervenção humana no local.

Como engenheiro, ele investe na mecanização e trás a modernidade para a fazenda - a colheita é mais rápida e mais eficiente. Willer afirma que está na hora de ver a máquina como uma ferramenta, e não como concorrente. Apesar disso, ele não dispensa a mão de obra humana: tem poucos e antigos funcionários que realizam a colheita em pontos mais íngremes, por exemplo, onde ela precisa ser manual. O produtor também faz a rastreabilidade de cada lote. Ele sabe todo o histórico de cada um: de onde veio, como foi feito, para onde vai, qual foi o resultado, qualidade, sabor, etc. Isso só é possível porque ele junta o que aprendeu com os ensinamentos do pai sobre a lavoura e o que estudou boa parte de sua vida: a engenharia.

Além de tudo isso, existe também o sonho de construir uma cafeteria no campo mais alto da fazenda, onde seu pai cresceu, para que seja possível tomar café com a vista incrível que ele e sua família têm todos os dias, aproveitar o clima fresco e agradável do local e perpetuar a história de seu pai. Afinal, "[...] café não é só café… café não é só uma bebida. É muito mais que isso."

Sobre o Café

Este lote foi escolhido de forma mais que criteriosa. Isso porque esse café é bem difícil de produzir, viu? Acontece que seu grão é raríssimo: é um grão moca. Geralmente, dentro do fruto do café, encontram-se dois grãos. Neste caso, encontra-se um grão só - o que faz dele único. Ele possui um formato arredondado justamente porque acompanha o fruto e, por conta dessa anomalia, existe uma mudança no aroma e no sabor e, durante o processo de torra, ele tende a ter uma concentração maior de açúcar.

Colhido em uma lavoura a 1200m de altitude e da variedade icatu, este café foi submetido a um processamento natural. Com notas de melado, doce de laranja, frutas cristalizadas e noz moscada, a sensação no paladar é doce e equilibrada. Ele possui uma acidez cítrica delicada, corpo denso cremoso e a finalização é longa e doce. Todas essas características, em conjunto com a singularidade do grão, resultam em um café valioso e fascinante.

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